A família que não sonhava mais...

A família que não sonhava mais...


Se correr o bicho pega! Se ficar o bicho come! E agora, o que faço com o bicho?

"Era um apartamento simples, de dois quartos, com banheiro e cozinha. A janela da sala tinha uma grade que dificultava ver o pequeno pedaço de céu que se apresentava durante o dia ou à noite. A do quarto das crianças também.


No desenrolar dos dias, a família vivia feliz, cumprindo as suas tarefas do trabalho, da casa e da igreja que freqüentavam.


O esposo era um homem forte, responsável, extremamente organizado, daquele tipo que se incomoda com qualquer objeto fora do lugar.


A esposa, uma boa mulher, dedicada ao lar e ao trabalho, não tão organizada quanto o esposo. Costumava chegar do trabalho e continuar nas tarefas de casa e no cuidado com os filhos, ou então estava na igreja fazendo o seu trabalho voluntário.


O filho mais velho era um adolescente tranqüilo, estudava e gostava de ficar no computador jogando com seus amigos. Gostava de conversar com os pais e fazer programas com a família e também com seus amigos.


A filha caçula, de aproximadamente quatro anos, era uma criança falante, esperta, observadora. Uma alegria!


Durante anos, aproximadamente quinze anos, essa família se considerou feliz. Na verdade, ainda continua se sentindo assim, mas de uma forma muito mais concreta, se é que pode considerar o termo “felicidade concreta”.


Aconteceu que esse casal descobriu que não estava sonhando mais…


Eles perceberam que estavam vivendo sem objetivos definidos, simplesmente num piloto automático, onde faziam o “suficiente” para se manter e ter umas boas férias no final do ano.


E tudo começou quando encontraram um texto que falava sobre a importância dos pensamentos e sentimentos, da forma positiva de ver as situações, da diferença entre satisfação e insatisfação, da beleza do sentimento de gratidão.


O texto levava a uma reflexão sobre a vida, sobre a forma como acreditamos nela, e dizia que os nossos pensamentos, palavras e ações influenciavam todo o planeta, pois nós éramos ligados uns aos outros. Esteve ali, presente todo o tempo, mas nenhum deles havia enxergado.


O cotidiano simplesmente havia engolido esse casal e eles nem se deram conta… mas estavam dispostos a tentar! Eles queriam sonhar! Eles precisavam sonhar!


Mas, quando os sonhos chegaram, foi uma explosão de imagens, de cenas, de desejos, que geraram uma motivação muito grande, bem parecida de quando eles se casaram e tiveram as suas primeiras conquistas.


Foram momentos de reflexões individuais e juntos, cada um percebendo a si mesmo e ao outro, livre de julgamentos.


Começaram a ver que tinham vários pensamentos que os limitavam, que os estagnavam… Ao mesmo tempo também viram que tinham bons pensamentos com eles próprios…


Foi uma bela reflexão!


Juntos conseguiram se conhecer mais, se aceitar mais, e, mesmo estando apenas no início da caminhada, a própria forma de auxiliar os filhos no dia a dia foi mudando… Ao invés de darem respostas prontas, perguntavam:


– Meu (a) filho (a), agir desta forma é bom para você? E para os outros? O que você poderia fazer melhor?


E os filhos foram começando a refletir também, de uma forma natural, informal e foram se descobrindo também. Cada um dentro da sua faixa etária, das suas características, das suas vivências e experiências.


Interessante à história dessa família, não acha?


Assim como essa, existem várias histórias de pessoas que perderam a noção do sonho!


É! Por incrível que pareça, estão presas na sua própria realidade.


Outras sonham, mas não fazem nada para conquistar o seu sonho!


Outras, quando tentam, não conseguem o resultado desejado!


Outras desistem, sem terem começado!


E ficam assim: PARALISADAS!


O que aconteceria se perguntássemos para essas pessoas:


– O que faria você feliz?


Gostou? Esse foi um pequeno trecho para você do livro Se correr o bicho pega! Se ficar o bicho come! E agora, o que faço com o bicho?! de autoria de Eunice Cereja.


Você já se sentiu paralisado, querendo conquistar algo e não sabendo para onde ir?


O que impede você? Você se conhece a ponto de perceber? Pois é…


Todas as palavras escritas neste livro são uma parte do resultado de algumas experiências que ela viveu durante alguns anos em que trabalhou como professora, inclusive de crianças especiais e com o acompanhamento não só do aluno, mas também e principalmente de sua família e como coach.


Durante esse trajeto ela pode conhecer e observar várias pessoas, em seus diferentes caminhos, nas suas diferentes escolhas, e, também teve essa mesma oportunidade consigo mesma, com olhos atentos e digamos cada vez mais perspicazes em relação aos seus pensamentos e sentimentos.


Ficou muito claro para ela que o que pensamos e sentimos é o que nos leva a agir e ter um determinado resultado, que poderá ser satisfatório ou não.


Este livro fala exatamente sobre isso: pensamentos, sentimentos e ação!


Qual a relação do que penso e sinto com a minha forma de agir?


Eles me levam a agir de determinada maneira?


E quando não consigo agir?


Será que é porque não sei o que quero?


Ou será que meus pensamentos e sentimentos me paralisam?


Você já se sentiu paralisado, querendo conquistar algo e não sabendo para onde ir?


Bem provável!


Pensamentos e sentimentos que geram ações equivocadas ou que simplesmente não geram ações produtivas.


Esses pensamentos e sentimentos se transformam num verdadeiro Bicho- Papão! Mas tem um detalhe: ele não está escondido no quarto ou no armário podendo aparecer a qualquer momento.


Ele está escondido dentro de nós! E não adianta querer fugir dele! Porque ele aparece nos nossos pensamentos e sentimentos. Por isso, não adianta tentar correr! É a sensação de se correr o bicho pega e se ficar o bicho come!


Então eu pergunto a você:

– E agora, o que você faz com o bicho?

Com a leitura deste livro, você vai descobrir que há um caminho que pode ser percorrido e pode ser que o seu Bicho-Papão se transforme em seu melhor amigo.


Bicho-Papão do Medo, Bicho-Papão das Crenças Limitantes, Bicho-Papão da Procrastinação, Bicho-Papão do Espelho, Bicho-Papão da Ingratidão, Bicho-Papão da Mudança, enfim, todos esses bichinhos que nos ameaçam ou nos paralisam, que corroem os nossos pensamentos, os nossos sentimentos e as nossas ações, têm o objetivo de se apresentar na nossa vida para que possamos de alguma forma inverter a situação e cuidar dele…


Porque nós temos uma força em nosso interior capaz de transformar tudo em positivo e produtivo."


Texto de Eunice Cereja




Fonte: https://eunicecereja.com.br/voce-ja-se-sentiu-paralisado-e-nao-sabendo-para-onde-ir/


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